Desde sua entrada em vigor, a norma internacional IFRS 16 alterou significativamente a forma como empresas lidam com contratos de arrendamento mercantil. Antes, apenas os contratos classificados como leasing financeiro impactavam diretamente o balanço patrimonial. Hoje, tanto os arrendamentos operacionais quanto os financeiros devem ser registrados como ativos e passivos.
Essa mudança adiciona uma camada de complexidade para o time contábil e exige adaptações urgentes nos processos e sistemas utilizados. Ao mesmo tempo, também representa uma oportunidade: empresas que automatizam e sistematizam a gestão de locações conforme a norma IFRS 16 aumentam sua transparência, reduzem riscos e alcançam um novo patamar de maturidade financeira.
O que muda com a norma IFRS 16?
A IFRS 16 exige que praticamente todos os contratos de locação passem a ser reconhecidos no balanço patrimonial. Ou seja, a empresa precisa registrar:
- Um ativo de direito de uso (referente ao bem locado);
- Um passivo de arrendamento (relativo à obrigatoriedade de pagamento futuro).
Essa nova abordagem elimina a distinção entre leasing financeiro e operacional para os arrendatários, ampliando a exposição contábil de obrigações contratuais.
Principais impactos contábeis:
- Reestruturação das demonstrações financeiras;
- Maior volume de dados a serem auditados;
- Inclusão de contratos operacionais no balanço;
- Mais visibilidade sobre a saúde financeira da empresa.
Por que a norma é relevante para a estratégia do negócio
Apesar de representar um desafio operacional, a adoção da IFRS 16 também traz ganhos importantes para a gestão estratégica:
- Aumenta a credibilidade fiscal e a transparência contábil diante de investidores e stakeholders;
- Padroniza a visão dos contratos de arrendamento entre empresas de diferentes portes e setores;
- Amplia a visão de longo prazo sobre os passivos e compromissos financeiros assumidos.
Desafios enfrentados pelas empresas
Na prática, muitas corporações ainda enfrentam entraves para cumprir a norma com excelência:
- Falta de integração entre sistemas financeiros e contábeis;
- Dificuldade de consolidar dados dos contratos vigentes;
- Necessidade de revisar e reclassificar contratos anteriores;
- Pouca visibilidade sobre impactos futuros dos arrendamentos.
E mais: muitas empresas ainda dependem de planilhas manuais para controlar contratos de locação, o que aumenta riscos de erro, retrabalho e não conformidade com a norma.
A solução: automação e gestão nativa via ERP SAP
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Benefícios da solução MakeValue:
- Implantação rápida e nativa no SAP (sem integrações externas);
- Zero custo de infraestrutura adicional;
- Escalabilidade total, com possibilidade de aplicação parcial ou integral;
- Eliminação de planilhas e controles manuais;
- Compliance garantido com IFRS 16 e demais normativas fiscais;
- Dashboards e relatórios completos para auditoria e tomada de decisão.
A partir da automação, é possível:
- Controlar prazos, valores e reajustes dos contratos;
- Gerar lançamentos contábeis automáticos;
- Monitorar o impacto financeiro dos arrendamentos em tempo real;
- Acompanhar indicadores contábeis e fiscais sem retrabalho.
IFRS 16 e maturidade financeira: o que muda para o futuro
Mais do que uma obrigação contábil, a norma IFRS 16 tem se tornado um marco para a evolução da governança financeira. Empresas que se adaptam rápido ao novo cenário demonstram compromisso com a conformidade, transparência e uso inteligente da tecnologia.
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